segunda-feira, 14 de setembro de 2009

bah! 0o

11.10.09

Infelizmente senti esse cheiro, um cheiro doce, um perfume único. Desde o passado me este me acompanha, acompanha por toda vida e por alguns minutos eu senti falta desse perfume.estou crescendo e isso me faz sentir saudade.

...

ESTOU PENSANDO SERIAMENTE EM COMEÇAR A ESCREVER MEUS TEXTOS TRASH PELO PC, NÃO AGUENTO MAIS TER QUE COPIAR ESTA MALDITA, E ESTA NÃO FAZER SENTIDO COM NADA 0O

palavra

conselho para os quadrinários amigos que gostam de reclamar com a minha pessoa:

quanto mais reclamações mais lento eu fico.

agradeço a atenção e por favor, deixem de baixaria ¬¬;

enfim. Chorão as rosas

Muito bem, muito bem, muito bem bem bem, sábado meio louco,meio engraçado.Descobri que o muito é pequeno(ou que João pessoa é um ovo), enfim, recebi mensagem no Orkut me convidando para ir a um evento japonês, com atrações legais que eu particularmente queria assistir. O dia começou meio tronxo logo na decida do ônibus, eu na luta pra atravessar a rua para ir ao espaço cultural, aparece uma menina na minha frente que parece perdida, esta me acompanhou até o espaço cultural puxando assuntos da infra-estrutura do local entre outras coisas. Pois bem, chegamos um pouco tarde (agradeço a meu amigo que afirmou que o começaria as 18h),cheguei no evento era mais o menos 18:30, 19h vi alguns brincando meio distraídos, descobri q a menina que me “seguia” era amiga da minha irmã, e que ela já tinha visitado minha irmã aqui na minha própria casa, descobri que as pessoas me acham nerd (mas isso não vem ao caso¬¬).

Atração especial da noite, Joe Hirata! Essa foi a uma das partes engraçadas da noite, estava lendo e relendo muitas vezes o informativo que dizia que ele foi vencedor de um show de calouros lá no Japão e que ele era cantor internacional. Lendo isso a gente pensa, esse cara é japonês NÉ? Não , não é, mas fala japonês e o fato dele ser cantor internacional é que ele foi internacional para eles (lá do Japão).

Beleza, começa a grande atração da noite, Joe Hirata.Muitas pessoas sentadas, outras vagando sem muito interesse, algumas outras lanchado , vendo mangás, e comprando artigos japoneses. Aparece o alto e simpático japonês/ brasileiro no palco, ele pega o microfone , conta um pouco de sua experiência como cantor e como virou um, e então naquele evento (não tão empolgante) japonês, Joe Hirata começa a cantar música sertaneja? Sim, sertaneja, ora bolas, porque não músicas sertanejas ?... Pensa bem. Evento japonês, cantor internacional (para os japoneses e o resto do mundo, mas internacional) logo então.. Música sertaneja. Gente, eu não quis acreditar no que estava vendo, sério! Veja bem, o cara cantou muito bem as música, foi super simpático conversou com o público, sorriu e agitou a todos que estavam animados com o evento ( eu também tava), mas não quis acreditar, o cara abril o show com “chorão as rosas”... poxa meu véi, pensei positivo “ele só pode está brincando, ele vai dar uma palhinha dessa música e vai falar que ta tirando onda” mas não, ele continuou até o final e depois cantou outra chamada “bate o pé” com direito a coreografia, pra mim foi hilário, tirando que era sertanejo ele cantou bem e ainda cantou uma música que segundo ele dedicou a sua mamãe, foi a primeira música que ele fez, e ele dedicou a sua mãe. A música falava do amor de um homem para com uma mulher... algo mais carnalzim, do que amor de mãe. Foi bonito, ele cantou essa música em japonês (\o/) algo que eu realmente esperava desde o inicio. Bem... depois que ele cantou (pra mim) a única música que prestou no show inteiro, fui para praia encontrar com uns amigos da minha irmã, bebemos um vinho gostozim, conheci mais amigos da minha irmã no bebe blues. Foi tudo muito legalzim, a noite foi divertida a pacas, apesar de ter chegado no final do evento, não ter curtido nada e por isso ter que mudar de rumo a programação do dia para o improvisation. Foi um dia bomzim.

P.S.: axu que perceberam que no texto há várias palavras com “zim” no final, indicando diminutivo, só queria afirmar que o gostozim, legalzim,bomzim carnalzim é em homenagem ao ritmo sertanejo, que nasceu em Goiás onde as pessoas falam tudo no diminutivozim . bju e me liga.

domingo, 13 de setembro de 2009

chorão as rosas.

bem,bem,bem, como estou na seca pra escrever alguma besterinha que seja (mas estou sem tempo pois estou analisando os dados estatisticos da bolsa de valores) quero lembrar que logo logo irei comentar sobre o dia de ontem, um dia muito interessante diga-se de passagem. por enquando. simplesmente leia qualquer bobeira por aí.

rock! rock!

musica legal, tava escutando ela (pelo youtube) gostei muito do ritmo,
pensei que bandas de rock pesado (como esta)não tinha letras tão profundas.
muito boa. tá aí uma nova opção de banda para escutar e meditar (quem sabe).



nada mais importa

Tão perto, não importa o quão distante Não poderia ser muito mais [distante] do coração. Eternamente confiando no que nós somos E nada mais importa. Nunca me abri deste jeito, A vida é nossa, nós vivemos da nossa maneira. Todas estas palavras eu não digo simplesmente [por dizer] E nada mais importa. A confiança eu procuro e encontro em você A cada dia, para nós algo novo. Uma mente aberta para uma concepção diferente, E nada mais importa. Nunca me importei com o que eles fazem, Nunca me importei com o que eles sabem, Mas eu sei. Tão perto, não importa o quão distante Não poderia ser muito mais [distante] do coração. Eternamente confiando no que nós somos E nada mais importa. Nunca me importei com o que eles fazem, Nunca me importei com o que eles sabem, Mas eu sei. Nunca me abri deste jeito, A vida é nossa, nós vivemos da nossa maneira. Todas estas palavras eu não digo simplesmente [por dizer] E nada mais importa A confiança eu procuro e encontro em você A cada dia, para nós algo novo. Uma mente aberta para uma concepção diferente, E nada mais importa. Nunca me importei com o que eles dizem, Nunca me importei com os jogos que eles jogam, Nunca me importei com o que eles fazem Nunca me importei com o que eles sabem, E eu sei. Tão perto, não importa o quão distante Não poderia ser muito mais [distante] do coração. Eternamente confiando no que nós somos, Não, nada mais importa.

(metallica)



quinta-feira, 3 de setembro de 2009


Desabafo

Parece que previ o que tinha escrito outrora, o ódio me tomou incontrolavelmente. A chance de me ver neste estado é... Única. Pois é coisa rara de acontecer. Nada de garganta quente, nada de punhos estralando, simplesmente rangidos de dentes, corpo quente, fortes dores de cabeça trazida pelo estresse alto, olhos firmes e voz serena (controlada). Nada tão espantoso ou bonito, mas ci o quão sensível estava, culpa do cão! Maldito! Virará sabão para lavar minhas roupas sujas e cansadas da rua! Minha mochila (lamento)... Ele urinou (¬¬) ... Bem, isso de alguma forma me tomou um ódio sobrenatural, minha cabeça ainda pulsa de raiva, imagina a cara dos meus amigos – zombadores de mim, assistindo a esta cena “maravilhosa”. Eles teriam o que merece... a meses e eu ficaria muito feliz castigando-os- ainda estou com raiva, por isso escrevo muita baboseira. Nem minha mãe, nem irmãos me seguraram, pois saberiam que estaria falando muito se abrisse a boca... Sei não, acho melhor ser manso, coração pulsou forte mais uma vez,(por sorte ninguém viu)...Desculpem-me pelas palavras, mas o caderno foi r refugio.O passado juntou-se ao presente. Neste dia o passado estava perto de mim, vi toda a ira dos meus antepassados – todos muito deles irritados com coisas fúteis, coisas que podem ser limpadas, despachadas facilmente. Digo isso pois quando estava me acalmando lembrei destes que falavam barbaridades e apelidavam os mais novos de nomes horríveis. Com o tempo achei normal, mas... Não é bem assim, vi que estava me tornando igual a eles, e isso pra mim é inaceitável, não quero ser algo rabugento assim, não quero ser um cara irritante no futuro (não mais do que hoje sou, já é o suficiente).

Alberto pires Bernardes

20/07/1987

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Arrependo-me de ser uma boa menina

O que faz uma mulher se arrepender ? Situações ?Problemas ? Orgulho? Devassidão? A vida?

Sentimentos confusos que fazem do pensamento humano um escravo, o amor e o ódio ao mesmo tempo, só a alma feminina entende, o medo de ficar vazia, de doer demais, de ser maltratada e principalmente de não ser escolhida.

A difícil tarefa de ser perfeita, não por um momento ou situação, mas em todos os segundos, no sexo, na relação, na profissão, e até na frente do analista. A estranha busca pelo outro, do príncipe que nunca vem, e quando chega, aparece atrasado bem embaixo da sua janela numa noite chuvosa, num cavalo branco ou num carro popular, mas dourado, com uma voz periclitante que insiste em te mostrar o caminho da felicidade, do ódio, do amor, da emoção e você deixa isso tudo escorrer pelos dedos como se fosse água por pensar que poderá se arrepender depois.

Uma mulher de uns trinta e poucos anos uma vez me disse que todo dia ela tinha alguma coisa pra se arrepender, pelo perdão que ela não se deu, pela alegria incontida, pelo filho que ela abortou, por um grande amor que nunca esqueceu, pela atitude que nunca tomou, por ficar ao lado de uma pessoa por conveniência, quem sabe só pra não ser apontada como “separada”, a “excluída”, a “diferença”.

Gloriosa são as mulheres que não têm receio de errar, que escrevem e são protagonistas da própria história, que fazem da vida um filme de suspense e aventura e procuram tirar a máscara que cobrem o seu rosto.

Vi na televisão uma pessoa famosa dizendo que não se arrepende de nada do que fez na vida. Eu me arrependo do que fiz, das pisadas na jaca, dos micos que passei, das vezes que eu tinha que ficar calada, só pra não ser notada, de ter confiado demais em alguma pessoa sem ter provas de que elas mereciam minha confiança, de ter me acostumado com o ciúme infernal, com o egoísmo profundo e com a solidão invisível. De ter trabalhado demais, de não dar importância a mim mesma, de ter procurando cuidar dos outros e o pior foi ter pensado que poderia fugir da infelicidade.

Eu me arrependo das coisas que fiz porque não havia como fazer diferente, de não estar do lado da minha avó quando ela morreu e de não ter ido ao seu enterro, das vezes que me apaixonei e fiquei quieta, embora na hora acreditasse que estaria fazendo a coisa certa. Das muitas noites e dias infinitos que chorei desesperadamente no meu quarto quando poderia ter sido mais corajosa diante de um problema aparentemente sem solução. De me sentir sem saída, de estar encurralada, presa a meus irmãos, de não dar valor a quem realmente é importante na minha vida.

Foram tantas as brigas que não tive, e as vezes que tive de pedir desculpas por algo que eu nunca entendi se errei ou não , ser atrevida o suficiente, de ter pena e ser covarde diante de uma lamúria.

Eu me arrependo de ter me contentado com o pouco, de ter procurado ser uma boa menina, de não ter lutado pelos meus sonhos, e de não ter vivido a minha vida.

(Sitna paiva)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009


sempre correndo atrás do mundo,
decidi por vez que ele gire só,
esperando que todos me visem parado,
me visse parado.
vi que todos rodavam com o mundo,
e o mundo não esperou que eu esperasse por alquem que corra comigo o mundo.
então.
decidi correr mais rápido até achar alguem,
alguem que corra ou me acompanhe,
um simples andarinho circulando por fora.
talvez...
talvez não.